AGEM participa de Audiência Pública sobre situação de catadores de materiais recicláveis na Região Metropolitana de São Luís
A diretora do setor ASG, Elizabeth Oliveira, destacou os trabalhos desenvolvidos e elaborados nesse segmento
Aconteceu, na sede da Assembleia Legislativa do Estado do Maranhão (ALEMA), Audiência Pública para tratar sobre a situação e as condições de trabalho dos catadores e catadoras de materiais recicláveis no Maranhão. A Agência Executiva Metropolitana (AGEM) foi uma das instituições participantes, que atua com projetos e diagnósticos detalhados no que diz respeito à realidade e as condições, que esses profissionais possuem para trabalhar.
De acordo com Elizabeth Oliveira, a AGEM realizou um diagnóstico da situação das cooperativas da Região Metropolitana da Grande São Luís (RMGSL). “Com isso, temos estruturado planos, projetos e ações, que dão suporte e visibilidade às cooperativas e associações. Também temos buscado parceiros públicos e privados, sempre unindo esforços e buscando recursos para os projetos”, explicou.
A diretora ASG pontuou que a AGEM pretende elaborar mais projetos com o objetivo de gerar mais renda. A ideia é permitir que todo o ciclo de reciclagem seja realizado nos limites do Estado do Maranhão, pois por meio da atração de empresas, será possível gerar mais renda para quem vive dessa função no Maranhão, com condições humanas e dignas de trabalho. “Condições essas que inclui galpão adequado; caminhão; prensa e auxílio para os catadores no período das chuvas”, afirmou.
A audiência que atendeu a uma demanda dos catadores e catadoras no Estado, foi de autoria do deputado José Inácio e conduzida pelo deputado Júlio Mendonça. Ficou acordado que, a partir da Audiência, as instituições participantes passariam a trabalhar com ações relacionadas, diretamente, com a atual situação das cooperativas da RMGSL, no sentido de possibilitar melhorias e o incremento da renda. “Neste aspecto, podemos afirmar que a Audiência funcionou como um elemento de contribuição para o fortalecimento das cooperativas e associações, no sentido que possibilita que a sociedade conheça os problemas do setor e compartilhem ideias e soluções para fomentar a sustentabilidade no Maranhão”, finalizou Elizabeth Oliveira.