Engenheiros e arquitetos visitam Aterro de Titara e Centro Ambiental da Ribeira
Conhecer as etapas de trabalho que fazem parte dos processos de tratamento de resíduos sólidos, tanto do ponto de vista do descarte, quanto do reaproveitamento. Este foi o objetivo central de uma visita técnica ao Aterro Sanitário de Titara e ao Centro Ambiental da Ribeira realizada por engenheiros e arquitetos da Agência Executiva Metropolitana (AGEM).
A ação foi iniciada no povoado Buenos Aires-Rosário, onde está localizado o Aterro Sanitário de Titara. Lá, alguns dos profissionais puderam conhecer o funcionamento do Aterro, enquanto outros ampliaram os conhecimentos, visto que a empresa já executa serviços de destinação final para 10 dos 13 municípios que compõem a Região Metropolitana da Grande São Luís (RMGSL). “Em breve, serão 11, pois Cachoeira Grande iniciará a destinação final dos resíduos sólidos no Titara nas próximas semanas”, revela o presidente da AGEM, Leônidas Araújo.
No Centro Ambiental da Ribeira, localizado no Distrito Industrial de São Luís, a equipe acompanhou pode acompanhar a sistemática do sistema de funcionamento do local, que inclui transbordo, assim como o processo de separação e compactação do material colhido pelos Ecopontos (tais como papel/papelão, vidro, plástico) e o processo de compostagem do material orgânico oriundo das feiras de São Luís. “Também pudemos conhecer o maquinário que aproveita o entulho de obras produzindo pedras que podem ser reaproveitadas na construção civil”, destaca o engenheiro civil Germano Arruda, diretor do Departamento de Programas e Projetos da AGEM.
Histórico
Desde 1995, o Aterro da Ribeira passou a receber todo o lixo e rejeitos produzidos pelos habitantes da ilha de São Luís. Em julho de 2015, o local foi fechado e começou a passar por obras para a criação do Centro Ambiental da Ribeira São Luís. Desde então, o lixo produzido e coletado na capital maranhense é descartado no Aterro Sanitário de Titara.
Dessa forma, dos 13 municípios da Região Metropolitana da Grande São Luís, apenas Alcântara está impossibilitado de utilizar o Aterro de Titara para descarte final de resíduos, em virtude de estar localizado do outro lado da Baía de São Marcos. Dessa forma, o Governo do Estado, por meio da Agência Executiva Metropolitana, está trabalhando na implantação de um Aterro Sanitário de pequeno porte como a melhor solução para o município, em parceria com a Prefeitura de Alcântara, que doou o terreno.
A área do aterro foi escolhida por uma equipe técnica da AGEM e foi feita com base nas diretrizes do Plano de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos da Região Metropolitana da Grande São Luís (PGIRS/RMGSL), com recurso oriundo do Governo do Estado, por meio da Agência Executiva Metropolitana. Presidente Juscelino, por sua vez, está em processo para viabilizar a retomada do uso do Titara para disposição final dos resíduos sólidos do município.